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  • 06.05.2015 - 00:54

    Poema erótico em escola revolta pais de alunos

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     Uma dirigente escolar foi apontada como a responsável pela distribuição de um poema erótico a alunos da 5ª série do ensino fundamental da cidade de Santa Luzia, situada na região metropolitana de Belo Horizonte. O caso levou alguns pais de alunos a procurarem a direção da escola municipal Jaime Avelar de Lima, situada no bairro Bom Destino.

    Conforme T.T.C, irmã de um aluno e que pediu para não ser identificada, o fato ocorreu no dia 28 do mês passado, quando o conto teria sido retirado de uma página na internet e cópias teriam sido feitas.

    O texto intitulado "Ciuminho Básico" traz palavras populares atribuídas a partes íntimas do corpo humano.

    Segundo a irmã do aluno, a folha contendo o texto foi colada nos cadernos dos estudantes, que supostamente foram orientados a fazer em casa um exercício sobre ele. "Uma das mães viu o caderno do filho dela e ligou para a minha mãe alertando sobre as palavras chulas que estavam escritas nele. Quando eu li o texto, fiquei horrorizada", disse a jovem.

    Ainda de acordo com a irmã, alguns pais procuraram a direção da escola e supostamente teriam sido orientados a ‘abafar‘ o caso. "É um absurdo isso ter sido entregue a crianças de 10 anos. Nós ficamos horrorizados ainda mais por saber que as crianças leram o poema em voz alta dentro de sala de aula. Alguma punição os responsáveis têm que ter‘, disse.

    O irmão de T.T.C disse a ela que ficou assustado com o teor do poema e por ele ter sido distribuído dentro da escola onde estuda. "Ele ficou bastante assustado e sem entender o motivo pelo qual a escola estava dando aquele tipo de atividade", afirmou.

    Em nota, a Prefeitura de Santa Luzia informou que será instaurado um processo administrativo disciplinar "para apuração de responsabilidades e eventual demissão da servidora", que não teve o nome divulgado.

    Ainda de acordo com o texto, a instauração do processo poderá resultar, com base na avaliação da comissão disciplinar, no "afastamento provisório da servidora". O UOL tentou contato com a escola, mas ninguém atendeu nos números indicados.

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