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12.02.2019 - 11:33
CARTELIZAÇÃO: Associação inapta fica histérica com reação das redes sociais
Mais de 1000 blogs e portais devem ficar de fora da mídia publicitária do Governo do Estado face à politica de centralização que a Secom estatal resolveu aplicar, atendendo os caprichos e cedendo às pressões de uma associação denominada Amidi, - empresa sem ata registrada, declarada como inapta pela Receita Federal (vide fac-simile) e de endereço desconhecido.
Recentemente, um dos seus sócios e nomeado presidente da referida ‘entidade’ emitiu uma nota de repúdio às reações produzidas (naturalmente) nas redes sociais contra esse esquema de cartelização maquinado com a Secom com o propósito de abocanhar solitariamente a verba publicitária governamental e alijar blogs e portais de médio e pequeno porte que repercutem com mais legitimidade, seriedade e sem subterfúgio, ‘a notícia como ela é’, ao contrário de um grupelho de reputação questionada.
O portal Jampanews, do jornalista Lelo Cavalcante, historia com perfeição e autenticidade os chiliques produzidos pela tal Amid, ameaçando inclusive de processo jurídico as pessoas que manifestaram sua indignação através das redes sociais, ao tempo que faz um alerta ao governador João Azevedo, que pode ser surpreendido por ações de hostilidade sem sequer tomar conhecimento da profundidade desse esquema firmado com a Secom.
MOMENTOPB transcreve na íntegra o texto produzido pelo Jampanews:
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Inapta, sem endereço e sem liderança, Amidi resolve mostrar os dentes e as garras para não soltar o filé da publicidade institucional
A Amidi, empresa sem ata registrada, declarada como inapta pela Receita Federal e de endereço desconhecido como também de atividade mais ainda a não ser pelas pressões para restringir o mercado e fatiá-lo com uma reduzida parcela de sócios (5), acusou o golpe desferido pelas redes socais e escolheu o ataque como a melhor defesa naquela de intimidar quem nunca se assustou com visagem, e ameaçou com processo o que está sendo espalhado via internet sobre suas investidas nas verbas publicitárias.
A intenção da referida entidade, que ninguém sabe onde funciona e o que faz a não ser pressionar através de um esquema de veículos da web a gestão pública, adornando com uma aparência de legalidade e de idoneidade a sua imagem ao engajar em seus planos de cartelização órgãos como a Secom e o próprio TCE.
O Tribunal não engoliu a corda por cautela diante da reação veemente de empresários do porte do dono da TV Cabo Branco, Eduardo Carlos, que por pouco não desceu o braço em um dos dirigentes da entidade numa das simulações de legitimidade que os audaciosos piratas da modernidade tentaram dar aos seus planos, numa reunião nas dependências do tribunal, que por pouco não termina em pancadaria diante do atrevimento manifestado na ocasião.
Tal foi à reação de veículos como a Cabo Branco que a Amidi recolheu-se a sua clandestinidade e deixou de funcionar ao ponto de ninguém saber por onde andava nem o que fazia todo esse tempo até que outra reunião nas dependências da Secom ressuscitou os planos e fez ressurgir a proposta com toda pompa que a presunção e a petulância são capazes de gerar aplaudindo o projeto que fora rejeitado inclusive pelo secretário de Comunicação, Luiz Torres, mas que, de forma súbita voltou atrás e abraçou a causa dos pescadores de águas turvas.
A proposta foi adotada pela Secom e apresentada como de sua lavra, mas diante do alarido produzido e da reação de entidades como API, o secretário se dispôs explicar o que tem ranço de cartelização e que já está em vigor podendo acarretar uma enxurrada de hostilidade ao novo governo e a pessoa do governador como consequência do divisor que colocará algo em torno de quase 1000 portais fora do alcance das verbas publicitárias em razão da cartelização imposta por uma entidade que congrega apenas cinco veículos e cuja voracidade por dinheiro é sua marca registrada.
A reunião que explodiu nas redes sociais como exemplo de conchavo de um Governo acuado por denúncias gravíssimas sobre manipulação de licitações abalou as estruturas da Amidi e expôs as dúvidas sobre a lisura de um projeto de adequação e modernização de um setor cujo improviso tem sido a regra e que exige de fato uma regulamentação, mas não executado por empresas de duvidosa credibilidade como as que se escondem por detrás da proposta da Amidi e de seus representantes.
Não se sabe como e a quem a Amidi resolveu processar, ela que tem na cadeia um dos seus fundadores e um dos seus idealizadores e destacado defensor, principalmente se tendo conhecimento que seus tentáculos podem alcançar tribunais como chegou ao TCE, através do conselheiro Nominando Diniz, que decidiu emprestar credibilidade a esse grupo de aventureiros cibernéticos cuja audácia pode estar recolhida ao PB1.
Considerada inapta pela Receita Federal como demonstra o documento reproduzido nessa matéria, não se entende como um secretário de Governo se senta a mesa para expor a essa entidade aquilo que ela sonhava ouvir num simulacro de transparência e legalidade que não engana a opinião pública e que resultou na enxurrada de acusações que inundou as redes sociais, bastante indignadas pelas revelações da Operação Calvário e totalmente descrente na idoneidade de um Governo que não consegue suspender as calças.
Papafigo engana e faz medo a menino.
(jampanews)