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  • 17.08.2017 - 04:48

    Botafogo e Flamengo ficam no empate no primeiro jogo da semifinal

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     A torcida mandante fez, novamente, uma bela festa no Estádio Nilton Santos. Ergueu, inclusive, o mosaico "Não se compara". Os visitantes não se intimidaram e também cantaram o jogo todo. A partida entre Botafogo e Flamengo, na noite desta quarta-feira, pela semifinal da Copa do Brasil, ficou no 0 a 0. Mais que isso, teve uma atuação mais vistosa nas arquibancadas do que no campo em si. Até Anderson Daronco atrapalhou... No fim, o Glorioso leva para o segundo jogo a vantagem de não ter sofrido gol.

     

    A primeira chance clara de gol foi aos 16 minutos, com Rever, de cabeça. Bola para fora. No minuto seguinte, em jogada pela esquerda, Rodrigo Pimpão cruzou, a zaga afastou e João Paulo chutou no rebote. A bola foi novamente para fora.

    Aos 26, Bruno Silva passou a bola entre as pernas de Renê e foi na linha de fundo. O cruzamento, porém, foi nas mãos de Muralha. E o mesmo Bruno, aos 27, mandou um voleio para fora, após cobrança de escanteio.

    O Glorioso era melhor. Aos 31, Matheus Fernandes tentou um chute cruzado, de longe, e novamente fazer a arquibancada suspirar.

    O cronômetro marcava 44 minutos quando foi a vez de Rodinei ir ao fundo e cruzar. Gatito Fernández deu rebote, mas pegou o chute à queima-roupa de Berrío. A jogada, porém, já estava parada.

    O primeiro lance de perigo ocorreu aos 11 minutos: Everton arrancou em diagonal e sofreu falta. Diego conversou com a bola, a chamou de meu bem e e cobrou com capricho. A redonda, teimosa que só ela, beijou a trave direita do goleiro.

    E Everton apareceu de novo aos 22. Cruzamento de direita, a bola desviou em Igor rabello e saiu com perigo. Oito minutos depois, Matheus Fernandes tentou novo chute e Muralha pegou.

    O lance que mudou a partida foi protagonizado por Carli, Muralha e Anderson Daronco, aos 32. O árbitro viu maldade do zagueiro botafoguense e do goleiro rubro-negro numa dividida e expulsou ambos.

    Com isso, os treinadores precisaram queimar as últimas alterações que tinham e desfiguraram suas equipes. Com um jogador a menos de cada lado, a partida poderia ficar mais aberta, mas o receio de um gol que, àquela altura, poderia mudar os rumos da eliminatória, deixou tanto Botafogo quanto Flamengo receosos de irem ao ataque.