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Colunas de J.M.Victor

Escritor e teatrólogo



  • A minha cacimba não seca

    25/05/2018

    A Parahyba do Norte é um celeiro de grandes poetas populares.  Podemos citar Pinto do Monteiro e próximo a cidade de Patos: Inácio da Catingueira, Josué, Romano do Teixeira e Leandro Gomes de Barros de Pombal. Na cidade de Patos Silvino Pirauá de Lima, Cesário José de Pontes, João Severo de Lima, Severino Perigo, Manoel Galdino Bandeira e Manoel Pereira Sobrinho, entre outros.


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  • A água ainda está no fogo

    23/05/2018

     Aínda era madrugada, de um dia do ano de 1965, quando a mulher mandou Evaristo Guedes comprar o pão para o café da manhã, a água ficou esquentando no fogão. No caminho para padaria encontrou um "Pau de Arara", defronte a Prefeitura Municipal de Patos, que estava se preparando para partir (No período das secas as prefeituras do sertão da Parahyba pagavam as despesas das pessoas que queriam encontrar melhores condiçoes de...


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  • A Lettera era linda!

    10/05/2018

    Com o primeiro salário de Engenheiro Junior comprei o "top de linha” da máquina de escrever nacional, uma Olivetti Lettera 82, portátil, verde desbotado.  Era linda! Hoje, no mundo dos microcomputadores, seria comparada a um "notebook" de última geração.  Tem até uma antiga fotografia minha caminhando e segurando na alça da "belezura". Com ela escrevi os meus primeiros livros e as mais de mil...


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  • A cidade que enganou o diabo

    09/05/2018

     Da minha estante de livros de escritores patoenses retiro a rarissíma primeira ediçao de "Dez Anos no Amazonas" (1949) do conterrâneo Alfredo Lustosa Cabral. Logo no início do livro me deparo com um pequeno depoimento e resolvo escrever essa história, verdadeira: No final do século XIX Alfredo Lustosa Cabral...


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  • Um primogênito chamado Satã

    25/04/2018

     Naquele tempo encantado das conversas de calçada da casa de minha avó ouvi muitas histórias fantásticas. Uma delas foi sobre um escritor das Espinharas que na época do Estado Novo ficou vários meses escondido no pico do Jabre para não ser preso por causa da publicação do seu livro "As Bases do Separatismo". Na plaqueta O Louro do Jabre escrevi:...


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  • Volta Isabel!

    26/03/2018

     O colecionador é um garimpeiro e a coleção só perde a graça quando não existe mais material para garimpar. Uma coleção da obra de Chico Buarque é infindável. Lp, compacto simples e duplo, fita cassete, cd, dvd, livro (teatro, poesia, novela, romance). Tenho mais de quarenta anos nessa labuta. Só esse mês comprei três publicações editadas fora do Brasil.  "Spilt Milk",...


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  • E agora, José?

    17/03/2018

     Não me lembro em que ano, foi na década de oitenta e sei que já era octogenário. Na televisão o entrevistador perguntou o  que ele estava lendo. O Itabirano respondeu que estava na idade do reler. No momento estava relendo as fábulas de La Fontaine. Deu uma pausa e acrescentou: - No original! Agora consigo entender um pouco dessas releituras do poeta Carlos Drumond de Andrade.


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  • O gaveteiro do Ingá

    17/03/2018

     Márcia quando perde algum objeto e não consegue encontra-lo só tem uma fórmula eficaz: Fazer o Pelo Sinal das Almas. É impressionante como logo em  seguida ela  consegue encontra-lo, mas é importante saber que esse pequeno milagre não é tão fácil assim. É toda uma história de vida e fé rezando diariamente para as pessoas que se encantaram.


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  • Pontomisso

    15/03/2018

    Quando Portugueses e Espanhóis se lançaram ao mar em busca de um Mundo Novo a frase mais esperada era: Terra a Vista! Com esse sentimento entrei no mundo encantado da Universidade. Um mundo novo que precisava ser explorado não só na Engenharia, mas em todos os seus aspectos. Como ator participei do Primeiro Festival Universitário de Teatro promovido pela UFPB, em Cajazeiras, com a peça infantil "T" de Terra e "B" de Brasil. ...


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